seja nosso revendedor em sua cidade

 

Para ser revendedor(a) do Atacado da Moda Mineira , basta efetuar uma compra de no mínimo R$ 100,00 , a partir daí, você poderá repor os produtos  de acordo com o  "giro", evitando estoque desnecessário.

Não trabalhamos com produtos consignados. Ou seja , você compra e revende pelo preço que lhe convier.

Enviaremos mensalmente informações sobre lançamentos, novas coleções, tendências, dicas sobre produtos que estão vendendo mais e tudo que estiver ao nosso alcance para ajudá-lo(a) a aumentar suas vendas.

Nossa meta é o seu crescimento, vimos muitos casos de sacoleiras que se tornaram grandes lojistas ou distribuidoras, iniciaram com pouca mercadoria e aos poucos se tornaram grandes comerciantes.


As oportunidades são iguais para todos, temos produtos de grande aceitação, as clientes adoram e querem sempre ter mais, qual a mulher desse mundo que não gosta de ter uma bela bolsa ou várias delas?

Para ser um(a) vencedor(a) nesse negócio, pouca coisa precisa ser feita, basta apenas ter o produto e mostrar, apenas mostrar, você não precisa ser expert em vendas, nem ter argumentos de grande profissional, ou se expressar de forma técnica, nada disso, basta mostrar, mostrar muitas vezes para muitas pessoas, o produto fala por sí e os resultados serão surpreendentes, acredite. 

Você é o(a) senhor(a) do seu destino, os únicos ingredientes necessários para obter o sucesso são: Fé em Deus e Acreditar em Si Mesmo, cuidado com dívidas e Trabalhar Muito. Você e Ele juntos são imbatíveis, pense nisso...

Buscamos sempre inovar e aprimorar conhecimentos para melhor atender nossos parceiros, com rapidez, eficiência, oferecendo sempre o melhor padrão de qualidade, bom gosto, alinhado com as últimas tendências da moda.

Em nossa política de preços, procuramos praticar valores que possam proporcionar aos nossos parceiros revendedores, excelentes lucros e sucesso em suas incursões, pois do sucesso de nossos parceiros, depende a manutenção e crescimento do nosso negócio.

Contem conosco sempre, estaremos  aqui para oferecer apoio comercial, logístico e  produtos  com preços competitivos.

  Obrigado pela sua atenção ! 

 

                                                                                                                   Rogério Rocha

                                                                                        sócio gestor


Vídeo aula  para  iniciantes :  

A saúde financeira do seu negócio está em suas mãos

Copie  o link abaixo para ver o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=kxGc_nNu5A8

 

MERCADO DA MODA TEM OPORTUNIDADES PARA OS PEQUENOS NEGÓCIOS

Com previsão de crescimento, setor e uma das opções para quem deseja abrir seu próprio negócio em 2017

03.03.2017 | Por 

Mercado da moda é  otimista em  2017  e revela boas expectativas para quem quer  investir  no segmento. A previsão é que o faturamento do setor têxtil e de confecção chegue a R $ 135 bilhões até o final do ano. À medida que as exportações aumentam 5% em relação ao ano passado e contribuem para gerar cerca de 10 mil postos de trabalho.

Quem quer abrir uma empresa nesse segmento deve se planejar e estar atento a algumas dicas e cuidados que podem ajudar a impulsionar os negócios. “As empresas estão investindo em coleções focadas em seus clientes e tentando reduzir custos operacionais para conseguir preços mais justos e, consequentemente, aumentar as vendas”, explica a analista do Sebrae Minas Juliana Orsetti.

De acordo com Juliana, os empreendedores que querem investir no mercado da moda devem seguir algumas estratégias:

- Faça uma pesquisa de mercado;
- Conheça concorrentes, fornecedores e público-alvo;
- Ofereça um mix de produtos de acordo com o perfil do cliente;
- Diversifique os canais de vendas, invista no e-commerce;
- Foque em ações promocionais nas redes sociais; 
- Estruture o negócio pensando em ações de mercado;
- Planeje a gestão e as finanças.

Nichos da moda
Um outro caminho para quem quer apostar nesse mercado é investir em diferenciação e valor agregado ao produto. Nesse caso, pensar em nichos pode se tornar muito vantajoso, mas é preciso ter compreensão sobre o público e buscar entender, de forma mais precisa, suas necessidades, anseios, percepções e comportamento.

“Trabalhar em nichos permite uma especialização maior, criando um público cativo e reduzindo os custos associados, com por exemplo, manter a diversidade de produtos em estoque. Além disso, fica mais fácil comunicar com o cliente, já que se trata de um público específico”, justifica a analista do Sebrae Minas Juliana Orsetti.

Cada nicho tem a sua forma particular, gosto e estilo, sendo impactado por mídias específicas. Entender como funciona o nicho no qual pretende atuar, o cenário e as perspectivas, bem como identificar o que as empresas estão fazendo nesse mercado, são ações que podem trazer resultados positivos para o negócio. “Alguns nichos como plus size, brechós, moda africana, moda para a terceira idade, gestantes, streetwear, country, fitness, surfwear só tendem a crescer”, afirma a analista do Sebrae Minas.

Entenda e conheça alguns dos nichos que estão em alta:

1. Tamanhos especiais

Moda plus ou moda GG: é a moda direcionada para pessoas que usam roupas acima do padrão convencional usado nas lojas, principalmente mulheres, que estão cada vez mais exigentes e sofisticadas. A demanda é grande e existem poucas empresas atuando no mercado.
Moda gestante: prazo certo para consumir caracteriza o ramo de produtos e serviços para gestantes. Quem supera isso, se diferencia.

2. Crença/ religião/ ideologia

Moda ecológica/ Moda sustentável: tem uma ampla abrangência e pode incluir produtos feitos de material reciclado, material orgânico ou reutilização de produtos. O público é bem específico e exigente.
Moda brechó: é direcionada para diversos públicos, sendo comum a busca pela exclusividade, preços atrativos e consumo consciente.
Moda religiosa: mercado próprio de artigos religiosos e de produtos personalizados.

3. Grupo de estilo

Moda streetwear: conhecida como “moda de rua”, que valoriza mais o conforto que a estética tradicional. Vai na direção contrária ao visual arrumadinho, certinho. As roupas são largas, descombinadas, descomplicadas.
Moda country: uma mistura do tradicional cowboy americano com os trajes utilizados pela elite da Inglaterra em torneios e cavalarias. Ela foi incorporada no dia a dia das pessoas e hoje é mais moderna.

Orientações gratuitas

Por ser um dos setores que poderá impulsionar os pequenos negócios este ano, o Sebrae Minas promove, em março, o Calendário Temático com uma programação especial voltada para quem investir no mercado da moda.

Durante o mês, serão promovidas atividades que incluem: palestras, seminários, bate-papos, consultorias virtuais e presenciais, transmissões on-line, publicações de dicas e informações nas mídias sociais do Sebrae Minas (Facebook, Twitter e blog), além de conteúdo específico direcionado para quem já possui um negócio ou deseja empreender no setor.

Confira a programação completa do mês de março no sitewww.sebrae.com.br/minasgerais.


Vídeos                      Acesse os links abaixo para saber +


1)    Negócios com roupas foram os que mais atraíram empreendedores 

       http://www.youtube.com/watch?v=PKEHxoZ7N0Y


2)       10  Estratégias de Sucesso no Ponto de Venda

         http://www.youtube.com/watch?v=oeAhTxuTUTs


3)       Como Vender Mais e Atingir o Sucesso em Vendas

         http://www.youtube.com/watch?v=TnctkLL3VKY 

            Procure

       o SEBRAE 

          de  sua

           cidade

             para 

          maiores 

  esclarecimentos

      sobre o seu 

          negócio.

10 passos para você tomar coragem e empreender em 2017


Preparar-se bem é essencial para o sucesso do negócio


O ano de 2016 está caminhando e muita gente tem um bichinho do empreendedorismo crescendo dentro de si. Se between SUAS resoluções Para o ano que vai Começar estiver a meta de  abrir hum Negócio , Fique atento Às  Dicas  professor de fazer Marcelo Nakagawa, Coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper. "O processo de abrir um negócio muito variado como empresas, mas pode levar de seis meses a um ano, dependendo do tipo de negócio", afirma. Se seu negócio exigir um protótipo, por exemplo, prepare-se para um prazo mais próximo dos 12 meses. Já imaginou que você pode começar a segunda metade do ano com seu próprio negócio? Veja, a seguir, como dicas de Marcelo Nakagawa. 

1.  Misture-se a outros empreendedores.  Há encontros de empreendedorismo em muitas cidades. Essas discussões são essenciais tanto para quem já tem um negócio quanto para quem procuram inspiração para abrir uma empresa. É necessário que você encontre os parceiros, os parceiros e os clientes, além de ouvir histórias de sucesso e fracassos - essenciais para quem está no começo. 

2.  Aprenda a planejar o negócio. Para fazer isso, há duas formas principais, uma para negócios tradicionais (offline) e outra para os digitais. Se sua empresa oferece um produto ou serviço que já existe, comece traçando um plano de negócios. Com ele tudo ficará mais claro. Se o negócio for virtual, será necessário iniciar por uma forma simplificada do que você procura oferecer. Assim será possível sentir o mercado e planejar, testando diretamente o protótipo (ou uma fase beta do negócio). Dessa forma mais interativa também é possível receber mais retorno de clientes e usuários do produto ou serviço. 

3.  Busque o sócio ideal (Ou vá sozinho).  Normalmente, toda empresa tem pessoas com duas competências: fazer e vender. Antes de abrir um negócio, tinha claro que você está fazendo o tempo ou os dois que vendem. Idealmente, toda empresa tem por menos dois sócios, cada um com sua característica principal. Dividir como tarefas é importante para fazer o negócio engrenar. Se você acumular como duas funções, sua vida pessoal vai se tornar um caos, especialmente se você usar o dia para vender uma idéia e noite para realizar-la. Encontre pessoas com capacidades complementares às suas. O início do processo de empreender é estafante e requer muita dedicação. (Para quem vai sozinho, sugerimos não acumular).

4.  Tente (do menos!) Fazer uma previsão do fluxo de caixa do negócio.  De quanto você precisa para abrir o negócio? Depois de quanto tempo ou caixa deve ser positivo? Isso é essencial para o planejamento financeiro, especialmente para o principal suporte financeiro da família. Esteja preparado para enfrentar as dificuldades iniciais e não desistir facilmente de uma boa ideia por precisar voltar a ter um salário. Se seu perfil é para uma pessoa que tem um bom conselho com um bom salário na conta bancária, um grupo de pessoas tem um salário fixo, por exemplo, para se sentir mais seguro depois. 

5.  Seu preparo psicológico é mais importante para o planejamento estratégico.  Ele varia muito de pessoa para pessoa, como um ponto essencial, como uma dependência do trabalho em grupo, uma estabilidade financeira, ou um peso da vida pessoal. É essencial procurar pelo menos um ou dois mentores e fazer reuniões a cada dois ou Três meses para conversar sobre como vai uma vida empreendedora e também um pessoal. Na moda de fazer o negócio se tornar realidade, muitos empreendedores abrem mão de suas vidas pessoais. Os mentores podem ajudar-se a permanecer com os pés no chão e equilibrar as necessidades do negócio e da sua vida para dele. 

No futuro, os mentores estão integrados no conselho de orientação e na administração da empresa. Ao escolher estes conselheiros, considere três perfis diferentes. O primeiro pode ser alguém que entenda de gestão. Vale chamar um amigo que trabalha em grande empresa e que é capaz de traduzir técnicas de gestão usadas sem dia um dia para uma pequena empresa. Outro mentor pode ser um estudante de negócios, que traga ideias novas. Vale um professor e até um estudante de administração de empresas. O terceiro mentor pode ser um cliente que é amigo e pode criticar seu negócio do ponto de vista do consumidor. Além de ajudar a empresa a tornar-se mais sólida, os conselheiros são importantes para torná-la mais profissional. É para eles que você deve apresentar seus resultados, por exemplo. 

6.  Divida seu tempo. Antes de começar o negócio, sentir com sua família e ter uma conversa franca. Prepare-se para o ponto de equilíbrio da empresa. Tenha claro que essa fase será de muito trabalho (sabe aquela história de 100% transpiração? É bem por aí!) E que você tem pouco tempo para dedicar à família e aos amigos. Toda essa parte faz parte do investimento emocional de empreender. Depois que o negócio andar com como pernas, equilibre suas vidas pessoal e profissional. Empreendedor também precisa ter descanso, tirar férias ... Use uma sazonalidade do negócio, por exemplo, para tirar dias de folga, viajar com uma família e relaxar. 

7.  Interaja com seu mercado consumidor.  Isso é essencial sempre, mas especialmente nos três meses, durante uma elaboração do seu plano de negócios ou o protótipo do seu produto. Vá a feiras e eventos voltados ao público, converse com as pessoas, mostre seu projeto. 

8.  Contrate bons profissionais.  Uma das principais dores de cabeça dos empreendedores está na contratação de uma empresa de contabilidade. Para evitar problemas, converse com outros empreendedores e conheça menos clientes. Seu contador precisa ser "invisível" na empresa. Se a presença dele for muito frequente, será uma sinal de que algo vai mal. 

9.  Esteja ao lado da lei.  Tirar alvarás de funcionamento, autorizações e outros documentos requer tempo. Em geral, demora-se bastante para acertar todos os detalhes do negócio. Fique atento ao mesmo período. Uma época eleitoral ou pós-eleitoral, por exemplo, pode atrasar ainda mais uma obtenção de documentos, para as mudanças nos cargos de confiança municipais e estaduais. O planejamento legal do seu negócio precisa de um paralelo com outras diretrizes do negócio. Não deixe para depois. 

10.  Busque inspiração constante.  Se você quer ser um empreendedor, precisa gostar de negócios. Busque informações sobre grandes empresas e empreendedores que você admira. Várias feiras e congressos nacionais e internacionais, leia sobre o contrato. Uma inspiração pode vir até a concorrência, mas não apenas dela. Procure referências em áreas diferentes da sua. Os donos do Starbucks, por exemplo, não espelharam design da Apple, na inovação da Nike, na logística da Zara, na experiência de ambientes da Walt Disney Company. Aprendendo com os exemplos de outros, você certamente se sentirá mais motivado.


Os cinco erros mais comuns de gestão financeira 


O especialista Rogério Gurgel, gerente de produtos do Itaú Empresas, é consultor do projeto Extreme Makeover Empresarial e tem vasta experiência no acompanhamento da administração de pequenas e médias empresas. A seguir, ele aponta os deslizes mais comuns e indica como evitar – ou reverter – esses erros tão comuns nos primeiros anos de vida do negócio. Confira!

Iniciar um empreendimento sem ter uma visão clara de todos os custos que estão envolvidos, direta e indiretamente na produção dos bens ou dos serviços, e não projetar estes, mês a mês, ao longo dos primeiros anos.

Como controlar – anote, relacione, monte uma tabela ou, de preferência, utilize uma planilha eletrônica para você registrar a composição de todos os seus custos. Registre tudo, como aluguel, água, luz, gás, fornecedores de materiais, prestadores de serviços, custos de pessoas (RH), impostos, enfim, tudo o que é necessário para que a empresa funcione a cada mês.

Não projetar adequadamente a evolução dos recebimentos em caixa que foram previstos para os primeiros anos de atividade.

Como sistematizar – insira em uma planilha eletrônica os volumes de vendas que serão recebidos em cada mês ao longo do ano. Pense também nos meses que habitualmente o mercado consumirá mais ou menos, considerando a sazonalidade específica do setor em que atua. Caso identifique que as vendas serão parceladas, inclua este dado na hora de projetar os recebimentos na linha do tempo.

Deixar de cruzar os valores que estão previstos a receber e a pagar ao longo dos meses e para os próximos anos. Formular o famoso fluxo de caixa projetado.

Como organizar – com os dados identificados de contas a pagar e a receber, você consegue projetar suas entradas e saídas ao longo do mês e dos anos. Assim, é possível ter uma visão das variações no fluxo de caixa, principalmente os relacionados às questões de sazonalidade específicas. É fundamental investir tempo nessa tarefa, imprescindível, para conquistar uma gestão financeira eficiente e a sustentabilidade do negócio.

Não controlar se o que foi projetado para um determinado mês bate com o que de fato aconteceu. Ou seja, não comparar, mês a mês, os dados projetados dos dados realizados.

Como agir – Este controle permitirá saber se projeções foram de fato realistas ou não. Se a empresa está no caminho certo do ponto de vista financeiro, ou se é preciso fazer ajustes como reduzir gastos, fazer promoções, conceder descontos, liquidar estoques, aplicar recursos excedentes ou, pelo contrário, buscar recursos com terceiros, como bancos, para manter o fluxo de caixa e a saúde financeira da sua empresa.

“Importante frisar que controlar é parte inerente da administração executiva como um todo, mas principalmente no que se refere à administração financeira de qualquer empresa. Lembre-se da máxima: quem não registra não mede, quem não mede não controla, sem controle não há administração e a sua empresa terá que contar com a sorte.” – Rogério Gurgel, gerente de produtos do Itaú Empresas, e consultor do projeto Extreme Makeover Empresarial

Misturar as finanças pessoais com as empresariais. Esta é clássica, mas muito comum em pequenas empresas, principalmente nos primeiros anos de vida.

Como desvincular – a dica aqui é simples: comece certo. Desde o início, separe os cartões de crédito e débito e os talões de cheque pessoa jurídica dos cartões e talões pessoa física. Somente em caso de extrema necessidade, realize transferências entre as contas PF e PJ, mas sempre tenha o cuidado de registrar essas movimentações para não perder o controle das finanças da empresa. Encare as transferências da conta PF para a da empresa como um empréstimo a ser devolvido assim que a empresa tiver caixa. Afinal, o negócio nasce para gerar caixa próprio e ser autossustentável.

10 coisas para saber antes de abrir seu próprio negócio

 Vontade e uma boa ideia não bastam, é preciso planejamento adequado.

                                                                                                 Com a ajuda do Sebrae-SP,   veja algumas dicas e cuidados ...

 

Ser dono do próprio negócio – em algum momento, esta ideia já passou pela cabeça de boa parte dos brasileiros.

 

Mas para “aposentar” a carteira de trabalho e assumir de vez a função de empresário é preciso muito mais que vontade.

 

A seguir ,   sugestões  do consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) Reinaldo Miguel Messias para montar um guia com as dez principais orientações que todo empreendedor em potencial deve seguir antes de abrir um negócio próprio.

Messias diz que, em primeiro lugar,

 a pessoa deve estar atenta ao que ele chama de “4Ps”, ou seja, propósito (o quê), processo (como), pessoas (quem) e prazer.

 “Propósito claro é aquilo que vai orientar a sua busca por um negócio. O ‘como’ é o processo, no caso, processo de fazer, de vender e de controlar.

 Depois disso, preciso de pessoas, tem a pessoa dono e a pessoa empregado.

 A cumplicidade, a complementaridade é que vai fazer com que as pessoas, trabalhando em processos adequados, atinjam o objetivo”, explica.

 “Prazer: nada vai dar certo se você não gosta do que está fazendo. Negócios passam por turbulências; se não gosta muito do que está fazendo, na primeira turbulência, não vai procurar o que fazer, vai fechar.”

 

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Confira abaixo o roteiro com as dez principais dicas:

 

1 - Empreenda no que conhece e gosta


“A receita para dar certo é empreender naquilo que a gente tem domínio. 

                                                                                                            A costureira vai fazer sua lojinha com roupa. 

Depois de uma vida no segmento de confecção é pouco comum que vá abrir um restaurante.”

 

2 - Avalie a viabilidade financeira frente à idéia e oportunidade


“Não adianta gostar, a coisa tem que ser viável, tem que gerar lucro. (...) 

                         Quando a gente está pensando numa empresa, é importante pensar que cada dinheiro colocado lá dentro, 

                          vai ter que voltar numa medida de tempo.”

 

3 - Cuidado com a escolha do sócio


“É muito comum escolher sócio como ‘o cara que tem o dinheiro barato que eu preciso’ e 

isso acaba custando muito caro. 

                                                                                     Sócio é um complemento de conhecimento e de atitudes que você tem.

 

Ele não é igual a você, mas é uma nova visão.                                     Os dois têm que enxergar juntos na mesma direção.”

 

4 - Avalie a diferenciação de seu negócio em relação à concorrência e  aos cenários


“Negócio legal é aquele que se diferencia dos demais – ser diferente é agregar outros valores.

                                    Não é ser diferente pela parte ruim: o que mais atrasa, por exemplo. 

Enxergar em que cenário esta atividade está situada.                         O ‘mais um’ está dividindo o bolo que todos já comem.”


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 5 - Esteja seguro de seus gastos e controle de suas despesas e custos


“Conheça a parte financeira da ‘encrenca’ que você está se metendo.

 

Ter domínio. Sem controle financeiro, não se gerencia nada.

 É fundamental, principalmente quando está iniciando a atividade, saber onde está colocando cada centavo e como está voltando.”

 

6 - Considere sempre possíveis gastos adicionais com adequação do   espaço de trabalho


“Não esqueça de trocar a fechadura das portas do comércio e checar se o banheiro é frequentável e está dentro da legislação da saúde pública, em número suficiente; se as vitrines são seguras; se a rede elétrica está devidamente dimensionada.

 

 A gente esquece destes detalhes quando esta fazendo o planejamento.”

 

7 - Trabalhe com pessoas que conheçam do negócio tanto ou mais  que você


“Mesmo que custe um pouco mais é sempre bom evitar que os outros errem por você. É sempre bom contar com a competência.

                                                                             Quem paga pouco, recebe pouco.

                                                                                                       Cuide na competência, na adequação, no perfil da aparência.

        Essas pessoas têm que conhecer bem o negócio.”

 

8 - Todo começo é incerto. Cuide bem dos investimentos e do  capital de giro


                                                                            “As grandes perguntas são sempre: será que preciso mesmo de tudo isso?

                         A gente tem um fogo de sair comprando coisas...

 

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 Às vezes, numa atividade que está iniciando, o melhor é alugar, arrendar, pedir emprestado para um amigo, fazer um termo de comodato.

                 O capital de giro é sempre aquela história: o único que acredita no seu negócio é você. 

                                                                                          27% das empresas que abrem não terminam o primeiro ano.

                                      [Institutições financeiras] Gostam de dar crédito para a pessoa física, não para a jurídica.

                                                            Olhe bem para ver quanto de capital de giro vai precisar antes de pedir emprestado.”

 

9 - Procure um contabilista competente para abrir sua empresa  e  assessorá-lo com impostos, 

                                                                                                tributações e taxas no dia a dia


                        “Geralmente, quando procura um contabilista, vai muito pelo valor que a pessoa está cobrando. 

                                                                             Você deve perguntar se tem muitos negócios do mesmo ramo que o seu.

                                          Quanto mais atividades como a sua ele tem dentro da carteira, mais a par vai ficando. 

                                                                                                                            As tributações variam muito dependendo do segmento.”

 

10 - Lucro é a única forma de garantir o retorno dos investimentos.   

                                                                                                                                                                                                           Atenção com ele!


                                                                        “Negócio foi feito para gerar lucro, não amizade e relacionamento.

                            Parte do lucro é o que consegue manter o seu capital de giro dentro da necessidade. 

                                                                                 A outra parte será responsável pelos investimentos para gerar alavancagem.

 

Às vezes, guarda-se essa parte dentro do estoque, comprando o que não precisa, na quantidade que não deve, no momento que não é preciso.

           Veja como o lucro está sendo gerado.                                  No começo, não dá para ter todo o lucro gerado pra gente.”

 

                                                                                                                                                                                                    www.atacadodamodamineira.com.br

 

Erros  mais  comuns


Segundo Reinaldo Messias, um dos erros mais comuns que as pessoas cometem quando se aventuram pelo mundo do negócio próprio é quanto ao cálculo do tempo necessário para a maturação do projeto.

 “É a pressa, quando planejo por um período muito pequeno, ou, o contrário, planejo por um período muito grande e nunca tomo a iniciativa”, diz. “A ansiedade leva à falta de planejamento, falta de domínio do negócio.”

 Como faz questão de destacar o consultor do Sebrae-SP, a vontade precisa de embasamento.

 “Por isso a gente estimula a fazer o plano de negócio – para conhecer do seu mercado, do seu negócio, do seu concorrente.”

 Outro equívoco recorrente, segundo Messias, é achar que uma boa ideia é tudo. “Mentira.

 Ter dinheiro para implementar essa ideia é fundamental”, destaca. Ele diz que a fonte para a obtenção de recursos deve ser planejada de maneira adequada, já que o dinheiro pode vir, preferencialmente, de uma capitalização pessoal.

 “A uma taxa de juros relativamente alta, meu negócio tem que dar alguma coisa para pagar essa taxa e ainda sobrar para fazê-lo crescer”, lembra.

 Outra alternativa interessante é através de uma sociedade, mas é preciso tomar cuidado com esta opção.

“Uma sociedade na qual só um dos sócios tenha a verba não é muito bom, porque o poder vai para quem entrou com o dinheiro.

  É preciso ter uma linha equilibrada de divisão de poder.”

 

“Outro erro comum: abrir um negócio porque um amigo abriu e deu certo. É outro tempo, outro negócio”, destaca Messias.

 

 

                                                                                                                                                 www.atacadodamodamineira.com.br


A ansiedade leva à falta de planejamento,       falta de domínio do negócio

 

 

Em caso de problemas


O consultor do Sebrae reitera que planejar é imprescindível, mas lembra, porém, que planejamento não é garantia de sucesso.

 Portanto, para aqueles que já abriram um negócio, mas estão diante de dificuldades, há alternativas para tentar “salvar” a empresa antes de, simplesmente, entrar com pedido de falência.

 

                                                                                                                             “Vá fazer uma consultoria.

 

Em havendo alguma dificuldade, o Sebrae é um serviço gratuito, disponibilizado no país inteiro, que, em suma, oferece apoio e suporte à atividade de perenização de pequenos negócios, procurando orientar e estimular o empresário na busca de soluções mais adequadas”, diz.

 “Não pular do barco na hora que bateu no iceberg, mas é sempre bom saber que o iceberg não vai sair dali. 

É preciso viabilizar a rota”, conclui Messias

 

                                                                                                                                      www.atacadodamodamineira.com.br 

                Como explicar as dificuldades atuais de outrora líderes de seus mercados.

 Vemos empresas capazes de gerar ideias e invenções geniais,

porém falhando em aplicá-las de forma oportuna e impactante para o mercado,

ou seja, inovando.

Dessa forma, vêem seus modelos de negócios ameaçados por companhias jovens,

menores, ágeis e sem os paradigmas

que tendem a se estabelecer naturalmente com a  maturidade das empresas.