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Eu sou Rogério Geraldo Rocha  ( CPF : 643.249.406-06 )  , sócio gerente do Atacado da Moda Mineira. Temos imenso prazer em recebê-lo(a) em nosso site e agradecemos seu interesse em saber mais sobre nossa empresa.

Somos uma empresa em pleno crescimento, estamos construindo uma marca forte e uma base de clientes diferenciados, produtos de qualidade com preços competitivos e eficiência no atendimento e despacho de mercadorias.

Atuando no ramo de PAPELARIA  há 27 anos, o  "atacado da moda mineira"  surgiu da necessidade de diversificar os negócios. A GARANTIA de entrega dos produtos está na transparência e seriedade de seus administradores.

Buscamos conquistar a confiança de clientes e fornecedores através de nossa reputação construída em 50 anos de trabalho do fundador destes empreendimentos, que sempre nos apoiou em nossos projetos.

Para manter nossos preços competitivos vendemos somente à vista ( pagamento antecipado ).

Contamos com uma equipe alinhada e comprometida. A tecnologia é nossa aliada para aproximar pessoas e simplificar processos ( minimizar custos ). Por isso sugerimos que fale conosco via e-mail. Nosso site é objetivo , preços e  fotos. Fácil entendimento.

Para comprar , clique em  "  Fale  Conosco "  ,  solicite informações. 

Estamos a sua disposição para qualquer esclarecimento. Desde já ...  Muito obrigado por estes minutos de leitura e atenção!


Bons Negócios !


   

   Resultado é melhor que o esperado ...

  

Consumo  em  alta!

 

A classe C é, provavelmente, a responsável por grande parte dos novos negócios dos últimos anos. 

O aumento de renda e de consumo impulsionou o mercado e também os empreendedores.

Segundo dados da Serasa Experian e do instituto Data Popular,

a classe C só cresce.

A FGV classifica a Classe A com família cuja renda superar a R$ 9.745.

 A classe B tem renda familiar entre R$ 7.475 e R$ 9.745. 

Já a classe C tem renda entre R$ 1.734 e R$ 7.475. A classe DE, por fim, tem renda familiar inferior a R$ 1.734.

Em 2013, a classe  C  representava 38% da população.

Hoje, este número chega a 54%.

A estimativa é de que essa fatia suba para 58% nos próximos dez anos.

São 108 milhões de pessoas que gastaram R$ 1,17 trilhão no ano passado.

 Fonte : Revista Exame               

                                    22/05/2014

    Entre os diversos setores do varejo restrito,     

    Artigos farmacêuticos, médicos,

   ortopédicos e de perfumaria (+14,9%), Livros, 

    jornais, revistas e papelaria (+12,7%) 

   e Tecidos, vestuário e calçados (+10,2%)

   foram   os destaques positivos de abril ( 2013 )   

   apresentaram as maiores taxas de     crescimento dentre todos os segmentos. 

Mais negócios sobrevivendo

 

Durante muitos anos, a taxa de sobrevivência das pequenas empresas brasileiras era assustadora.

                                                                                          Nem 30% dos negócios sobreviviam aos primeiros 2 anos.

Segundo o estudo do Sebrae sobre o tema, a média nacional de sobrevivência chegou a 75,6%.

O relatório de sobrevivência mediu empresas criadas em 2007 e que tinham informações atualizadas em 2010 na Receita Federal.

 A taxa foi melhor do que as de 2005 e 2006.

Assim, só duas em cada dez empresas criadas em 2007 não completaram dois anos.

Para Luiz Barretto, presidente do Sebrae, três fatores foram indispensáveis para isso.

 

                                                                                              “O aumento do mercado interno,

                                                                            a melhora nos níveis de escolaridade dos empreendedores 

                                                        e a reforma tributária que criou o Supersimples foram os principais responsáveis”, diz.

 

Apesar de a sobrevivência ser apenas um dos indicadores de sucesso para pequenas empresas, esta taxa indica que os empresários brasileiros têm superado o período mais crítico dos primeiros dois anos.

                                          “São decisivos para a sobrevivência porque ele está começando, não tem expertise,

                                           está formando clientela, tem que passar por fases boas e não tão boas”, afirma.

Uma boa gestão é um dos principais motivos de sucesso.

 “É preciso ter bom planejamento, não errar na capacidade financeira,ter controle de caixa, 

   não misturar as finanças e ser atento aos que os concorrentes estão fazendo”, ensina Barretto. 

                  Com a ajuda da consultoria Rizzo Franchise, 

                        a  revista  EXAME chegou ao ranking das dez localidades com maior potencial 

                                            para negócios com foco neste público. ( classe  C )                           22/05/2014

1. São Paulo

Como era de se esperar, no topo da lista, a pesquisa indica que quase metade da população paulista é classificada como classe C. A cidade, com mais de 11 milhões de habitantes, é hoje um dos principais centros econômicos do país, e está entre as dez maiores cidades do mundo.  

2. Rio de Janeiro

Palco da Copa do Mundo e das Olímpiadas, a economia carioca têm crescido com força. No ano passado, os investimentos na cidade chegaram a 5,2 bilhões de reais. Pouco mais da metade da população pertence à classe C, segundo levantamento.  

3. Brasília

Conhecida pelo alto padrão, a capital federal aparece em terceiro lugar, com grande potencial para negócios da classe C. A cidade tem participação de 3,97% no PIB nacional.  

4. Belo Horizonte

A população de classe C em Belo Horizonte representa quase metade dos habitantes da cidade, segundo a pesquisa. Hoje, os setores de comércio e serviços representam 58,7% da participação no PIB da capital mineira.  

5. Salvador

A capital baiana aparece em quinto lugar na lista, com grande potencial de consumo da classe C. Sozinha, a cidade representa participação de 0,94% no PIB nacional, ou R$ 38,8 bilhões.  

 6. Manaus

A primeira cidade do Norte da lista é Manaus. Mais da metade da população pode ser enquadrada na classe C, segundo o levantamento, demonstrando alto potencial para negócios desta área. 

 7. Curitiba

Curitiba tem participação de 1,4% no PIB nacional e quase metade da população total na classe C. A cidade tem também um dos maiores índices de desenvolvimento humano do país. Entre os municípios, fica na 10ª posição neste quesito. 

 8. Fortaleza

Com alto índice de desenvolvimento humano, a capital cearense fica entre as melhores do Nordeste para negócios com classe C. 

9. Porto Alegre

A capital gaúcha aparece em nono lugar, com pouco mais da metade da população na classe C. A cidade tem participação de 1,1% no PIB nacional e alto índice de desenvolvimento humano.  

10. Belém

A décima posição do ranking ficou com Belém, no Pará. O PIB da cidade é de quase 20 bilhões de reais e a concentração de habitantes na classe C ultrapassa metade da população.  

                                                                                                              SETOR VAREJO EM NÚMEROS Varejo em números

Análises Regionais - Brasil

Evolução do varejo brasileiro e regional

Variação percentual - mês sobre o mesmo mês do ano anterior ( 2013 )

                                                                                                                 Fonte: IBGE, Adaptação NE&PE/GS&MD
 

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     http://www.youtube.com/watch?v=FT8cdYTMAKA